Aloe Vera, frequentemente designado como a Planta Miraculosa, o Curativo Natural, a Planta das Queimaduras e outras designações que sobreviveram aos 4.000 anos ou mais, durante os quais esta planta medicinal tem beneficiado a humanidade.
Georges Ebers, em 1862, fez a primeira descoberta em relação à antiguidade do Aloe Vera num antigo papiro egípcio datado de 3500 a.c., que era na realidade uma colecção de plantas para uso medicinal.
Desde então, outros investigadores descobriram a sua utilização pelos antepassados da cultura chinesa e indiana.
Médicos Gregos e Romanos, como Dioscorides e Plínio o Velho (23-79 d.c.), usaram Aloe Vera pelos seus efeitos e mesmo as lendas sugerem que Aristóteles persuadiu Alexandre, o Grande, a invadir a ilha de Socotra, no Oceano Índico, para se abastecer de Aloe Vera, para curar os soldados feridos.
A Rainha Nefertiti do Egipto e Cleópatra utilizaram-na como tratamento de beleza.
Embora existam mais de 200 espécies de Aloe Vera, apenas 4 ou 5 possuem propriedades medicinais.
Destas, o Aloe Vera Barbadensis Miller (também conhecido como Aloe Vera Linne) é o mais potente e o único designado como o verdadeiro Aloe Vera.
Quando amadurecido o conteúdo das folhas, uma mistura do gel interior e da seiva exterior, pode ser recolhido, preservado e engarrafado, produzindo um produto igual ao sumo da planta natural.
Para que um produto actue correctamente, o Aloe Vera deverá ser o principal ingrediente.